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Samu ameaça parar em quase 800 cidades de Minas Gerais por falta de repasses; rombo pode chegar a R$ 57 milhões

Com rombo estimado em R$ 56,8 milhões, consórcios de saúde dão prazo até 8 de julho para que governo federal normalize repasses e evite colapso no atendimento de urgência.

Publicada em 02/07/25 às 19:38h - 92 visualizações

por Estância Agora


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Com rombo estimado em R$ 56,8 milhões, consórcios de saúde dão prazo até 8 de julho para que governo federal normalize repasses e evite colapso no atendimento de urgência.  (Foto: Samu)
Minas Gerais vive uma grave ameaça à continuidade do atendimento de urgência: o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu 192) pode paralisar as atividades em 94% das cidades mineiras. O alerta vem dos dez consórcios de saúde que operam o serviço no estado, que apontam um déficit estimado em R$ 56,8 milhões até o fim de 2025.

Em ofício enviado ao Ministério da Saúde, os consórcios afirmam que os repasses federais caíram drasticamente, em alguns casos para apenas 8% do valor previsto, colocando em risco a manutenção do serviço em cerca de 800 municípios. As entidades deram prazo até o dia 8 de julho para que a União ou o governo estadual apresentem soluções.

Além do rombo financeiro, cerca de 2 mil condutores socorristas também ameaçam cruzar os braços por melhores salários e reconhecimento como profissionais da saúde. Atualmente, os salários giram em torno de R$ 1.700 a R$ 1.860, valor considerado incompatível com a complexidade e o risco da função.

A situação é considerada crítica, e caso a paralisação se concretize, o tempo de resposta para resgates pode aumentar drasticamente em todo o estado. O Sindicato dos Trabalhadores da Saúde (Sindsaúde-MG) afirma que a greve será feita com responsabilidade, mantendo equipes mínimas exigidas por lei para atendimento de urgência.

Enquanto o Ministério da Saúde diz que já houve reajuste recente, os consórcios e o governo de Minas apontam que a União não tem cumprido sua parte nos repasses — que deveriam representar 50% do custeio. A crise escancara o risco de colapso de um dos serviços mais essenciais do SUS.



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