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Colômbia: presidente Gustavo Petro busca apoio do Brasil após ameaças de Trump e captura de Maduro

Publicada em 05/01/26 às 12:51h - 56 visualizações

por Estância Agora


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 (Foto: Estância Agora/Reprodução)
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, passou a intensificar articulações diplomáticas com o Brasil após a captura do líder venezuelano Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos. A movimentação ocorre em meio a declarações do presidente norte-americano, Donald Trump, que sugeriu a possibilidade de uma nova ação militar na América do Sul, agora com a Colômbia no radar.

De acordo com informações obtidas junto ao alto escalão do Ministério das Relações Exteriores do Brasil, assessores de Petro procuraram técnicos do Itamaraty para discutir mecanismos de proteção internacional e estratégias diplomáticas diante do receio de que Washington amplie suas operações militares na região.

O temor do governo colombiano é de que os Estados Unidos não limitem suas ações à Venezuela e avancem sobre outros países sob a justificativa do combate ao chamado “narcoterrorismo”. Nesse contexto, a Colômbia busca fortalecer alianças regionais, especialmente com o Brasil, para conter possíveis pressões externas.

A aproximação ocorre após declarações duras de Donald Trump, que voltou a atacar diretamente Gustavo Petro. Durante viagem a bordo do avião presidencial, Trump afirmou que a Colômbia estaria “governada por um homem doente” e associou o país à produção e venda de cocaína para os Estados Unidos.

“A Colômbia também está muito doente, governada por um homem doente, que gosta de produzir cocaína e vendê-la para os Estados Unidos”, disse Trump, acrescentando que Petro “não continuará fazendo isso por muito tempo”, em fala interpretada por analistas como ameaça velada de intervenção.

Além da tensão internacional, o cenário político colombiano é agravado pelo calendário eleitoral. O país se prepara para eleições presidenciais em maio deste ano, e, conforme a Constituição, Gustavo Petro está impedido de concorrer à reeleição para um segundo mandato consecutivo.

O episódio reforça o clima de instabilidade geopolítica na América do Sul após a ofensiva dos Estados Unidos contra a Venezuela e amplia o debate sobre soberania, segurança regional e o papel das alianças diplomáticas diante de pressões externas.




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