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Brasil cobra libertação de brasileiros detidos por Israel em flotilha humanitária

Itamaraty exige acesso consular e responsabilização por detenção considerada ilegal

Publicada em 03/10/25 às 00:26h - 151 visualizações

por Estância Agora


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Itamaraty exige acesso consular e responsabilização por detenção considerada ilegal  (Foto: Estância Agora)
O governo brasileiro cobrou nesta quinta-feira (2) a libertação imediata de 11 cidadãos brasileiros detidos por militares israelenses durante a interceptação de uma flotilha humanitária a caminho da Faixa de Gaza. As embarcações foram abordadas em águas internacionais, segundo informações do movimento organizador.

Em nota oficial, o Ministério das Relações Exteriores afirmou que “o Brasil exorta o governo israelense a liberar imediatamente os cidadãos brasileiros e demais defensores de direitos humanos detidos”. O comunicado também exige que representantes da Embaixada do Brasil em Tel Aviv tenham acesso aos ativistas.

A Flotilha Global Sumud, formada por cerca de 50 embarcações de ajuda humanitária, tentava furar o bloqueio marítimo imposto por Israel ao território palestino. No total, 443 voluntários de 47 países foram capturados. Entre os 11 brasileiros estão:

Thiago de Ávila

Silva Oliveira

Deputada federal Luizianne Lins (PT-CE)

Vereadora Mariana Conti (PSOL-SP)

Bruno Gilga

Lisiane Proença Severo

Magno de Carvalho Costa

Ariadne Catarina Cardoso Teles

Mansur Peixoto

Gabrielle Da Silva Tolotti

Mohamad Sami El Kadri

Lucas Farias Gusmão

Itamaraty fala em violação do direito internacional

Para o governo brasileiro, a interceptação fere o direito de liberdade de navegação, previsto em convenções da ONU, além de configurar “detenção ilegal de ativistas pacíficos”.

“Operações de caráter estritamente humanitário devem ser autorizadas e facilitadas por todas as partes em conflito, não podendo ser arbitrariamente obstadas ou consideradas ilícitas. O Brasil conclama a comunidade internacional a exigir de Israel a cessação do bloqueio à Gaza”, diz o Itamaraty.

O governo também afirmou que Israel deve ser responsabilizado por quaisquer atos ilegais ou violentos contra a flotilha e garantir a segurança dos ativistas enquanto estiverem sob custódia.

Repercussão internacional

A interceptação ocorreu na noite de quarta-feira (1º). Segundo os organizadores, os barcos sofreram agressões em águas internacionais. O Ministério das Relações Exteriores de Israel afirmou, em publicação no X (antigo Twitter), que “todos os passageiros estão seguros e em boas condições de saúde” e que serão deportados para a Europa.

A ação israelense já provocou reação e condenação internacional, reacendendo o debate sobre o bloqueio marítimo à Faixa de Gaza, que já dura quase duas décadas e foi intensificado após a guerra iniciada em 2023.



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