Após meses de investigação no âmbito da Operação Integration, o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) solicitou o arquivamento das acusações contra o cantor Gusttavo Lima e os proprietários da plataforma de apostas Vai de Bet, José André da Rocha Neto e Aislla Sabrina Rocha. A decisão do MPPE foi um alívio para os envolvidos, que sempre negaram qualquer vínculo com atividades ilícitas.
A defesa de Gusttavo Lima comemorou o pedido de arquivamento, reafirmando a posição de que não havia indícios de envolvimento do cantor com práticas ilegais. Os advogados destacaram que as investigações não trouxeram à tona qualquer irregularidade envolvendo o artista ou suas empresas. Segundo os promotores de justiça, a apuração não conseguiu estabelecer qualquer ligação entre Gusttavo Lima, os empresários da Vai de Bet e a utilização de recursos de origem ilícita. Além disso, não foram encontradas evidências de que Darwin Henrique da Silva Filho, dono da Esportes da Sorte, tivesse alguma relação com o cantor.
A investigação surgiu após um contrato de compra e venda de uma aeronave, relacionado a Gusttavo Lima e aos empresários da Vai de Bet, ter sido cancelado antes de ser formalmente transferido para os donos da plataforma. A situação gerou especulações, mas a conclusão do MPPE foi clara: não havia indícios que sugerissem que o cantor tivesse qualquer envolvimento com o uso de dinheiro ilícito.
Em sua nota oficial, a defesa de Gusttavo Lima enfatizou que a decisão reafirma a integridade do cantor e desmente as acusações infundadas que pairaram sobre ele. O artista sempre afirmou sua inocência e reiterou que, durante todo o processo, não teve nenhum vínculo com atividades criminosas.
A decisão do Ministério Público de Pernambuco é considerada um desfecho favorável para Gusttavo Lima, que agora pode seguir com sua carreira e vida pessoal sem os pesados questionamentos que marcaram essa fase.